Em Igreja. Na Comunidade.

Sábado, 14 de Fevereiro de 2009
"Diz-se por aí..."
 
Aprecio a máxima: a verdade na caridade.
Sem a caridade, a verdade pode ser agressão; sem a verdade, a caridade é máscara.

O ex-Presidente da República, Ramalho Eanes, há dias expressou-se desassombradamente. “Uma sociedade com medo dos medos. Medo do presente, medo do futuro, medo pelos filhos, pela sorte dos pais, medo pelo emprego, medo dos poderes políticos”.

Se ao medo actual juntarmos a tradicional tendência portuguesa para "falar nas costas", resta-nos um ambiente humanamente intragável, desagregador, fratricida.

As pessoas não enfrentam, mandam recados.
Não procuram a verdade dos factos, insistem na boataria.
Não apagam incêndios, deitam gasolina.
Não ajudam, propagam o "diz-se por aí".
Não procuram a pessoa certa, enredam outras na questão para tentar "sacudir a água do capote" e poderem afirmar: 'Eu já avisei...'
Não são francas, mas escondem tantas vezes interesses inconfessados.
Não se assumem, mas escondem-se covardemente em anonimatos ou outras formas de não se revelar, o que é o mesmo.

A verdade na caridade. Lema para qualquer pessoa de bem, meta de constante procura, caminho a percorrer incessantemente. Falhas, sempre podem acontecer. Reconhecer que que este é o meio certo e tentar entrar "no rego", é próprio de gente consciente e honesta.
"Não lateralizes o jogo, porque a baliza está em frente".

 

 

In: Asas da Montanha

 



publicado por Padre às 00:00
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Aprendam...

Eis a história...

Um fazendeiro coleccionava cavalos e só lhe faltava uma determinada raça.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo e atazanou-o até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão serás sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco aproximou-se do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta-te senão vais morrer! Vamos lá, eu ajudo-te a levantar... Upa! Um, dois, três.

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse:
- É agora ou nunca, levanta-te depressa! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Óptimo, vamos, um, dois, três, agora mais depressa, vá... Fantástico!
Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Tu venceste, Campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo a correr no campo e gritou:

-Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... 'Vamos matar o porco!!!'

Reflexão:

Isto acontece com frequência no ambiente de trabalho.
Dificilmente se percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso.
Por isso, saber viver sem ser reconhecido é uma arte.
Se algum dia alguém lhe disser que o seu trabalho não é de um profissional, lembre-se:

'Amadores construíram a Arca de Noé e, profissionais o Titanic'.

Procure ser uma pessoa de VALOR, em vez de uma pessoa de SUCESSO

 

(enviado por Email)

 



publicado por Padre às 01:45
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