Em Igreja. Na Comunidade.

Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010
Nas mãos do Pai...


publicado por Padre às 23:45
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010
“Porquê ir à Igreja”

 

“Porquê ir à Igreja”, é o seu título do texto que diz o seguinte: “Um frequentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos.
“Eu tenho ido à Igreja durante 30 anos, escreveu ele, e durante todo este tempo ouvi uns 3.000 sermões. Mas, pela minha vida, eu não consigo lembrar de nenhum deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os padres e pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões.
“Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para prazer do Editor-Chefe do Jornal. Isto durou semanas, recebendo e publicando cartas sobre o assunto, até que alguém escreveu este argumento:
“Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo a minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições.
Mas, pela minha vida, eu não consigo lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei. Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho.
Se a minha esposa me não tivesse dado estas refeições, eu estaria hoje, fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar a minha fome espiritual, eu estaria hoje morto, espiritualmente.
“Quando a gente está resumido a NADA... Deus está por cima de tudo!
A Fé vê o invisível, acredita no inacreditável e recebe o impossível. Graças a Deus pela nossa nutrição física e espiritual!
Quando o mal bate à sua porta, simplesmente diga: DEUS, POR FAVOR, ATENDE-ME!”
Interessante ou não, caros amigos e amigas?
 


publicado por Padre às 15:55
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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
SUSSURROS DE DEUS

 

Um homem sussurrou: “Deus, fala comigo!”
E então cantou um passarinho. Mas o homem não escutou.
 
Então o homem gritou: "Deus, fala comigo!",
e então ouviram-se trovões através de um colchão de nuvens.
Mas, de novo, o homem não escutou...

O homem olhou ao seu redor e disse: "Deus, deixe-me vê-Lo."
E uma estrela brilhou no firmamento como nunca havia brilhado.
Mas o homem não olhou para o céu e não a viu...
 
Então, o homem indignado, fortemente gritou:
"Deus, deixe-me ver um milagre!"
E nasceu seu filho!
Mas o homem não se deu conta da nova e irrepetível vida que começava...
 
Então, gritou desesperado: "Deus, toque-me, deixe-me senti-Lo."
Nesse momento, Deus desceu do céu e tocou o homem na sua bochecha suavemente.
Mas o homem tirou a linda borboleta da sua bochecha e seguiu o seu caminho.
 
Isto deve recordar-nos que Deus sempre está ao nosso lado, em todos, no grande e no singelo, até nas coisas que não prestamos muita atenção.
Principalmente nesta era electrónica.
 
Por isso, quando o homem, chorando, gritou:
"Deus, necessito da Tua ajuda!",
nesse momento, chegou uma mensagem por e-mail, com boas notícias, dando-lhe alento, e com a oração e o abraço de alguém que se importava com ele.
Mas o homem não o viu...
Ele seguiu trabalhando e apagou-o sem ler.
 
Não percas uma oração nem um bom amigo(a),
porque a embalagem não é o que tu esperas...

Deus fala-nos através das pessoas mais simples e menos esperadas.
Que Deus nos bendiga!
Que tenhas um belo dia!!!
 
 
Quero-te muito, seu amigo:
              Jesus
 


publicado por Padre às 11:20
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
De onde vêm os bebés?


publicado por Padre às 23:58
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
O ANEL

Um aluno foi ter com o seu professor com um problema:

 

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar?
O que posso fazer para que me valorizem mais?
 
O professor sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, tenho primeiro de resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
 
E fazendo uma pausa falou:
- Se tu me ajudares, eu posso resolver o meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar-te a resolver o teu.
- Claro, professor, gaguejou o jovem, mas sentiu-se outra vez desvalorizado.
 
O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu-o ao garoto e disse:
 
- Monta no cavalo e vai até ao mercado. Deves vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceites menos que uma moeda de ouro. Vai e volta com a moeda o mais rápido possível.
 
O jovem pegou no anel e partiu.
 
Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
 
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
 
Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim podia livrar a preocupação do seu professor e podia receber a sua ajuda e conselhos.
 
Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
 
Importante o que me disseste, meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volta a montar no cavalo e vai até ao joalheiro. Quem melhor para saber o valor exacto do anel? Diz que queres vender o anel e pergunta quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o vendas. Volta aqui com meu anel.
O jovem foi até ao joalheiro e deu-lhe o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diz ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
 
O jovem correu emocionado para casa do professor para contar o que correu.
 
- Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Tu és como este anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensavas que qualquer um podia descobrir o teu verdadeiro valor?
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
 
Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
 


publicado por Padre às 23:19
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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
Oração de Jesus

 

«Pai, chegou a hora!
Manifesta a glória do teu Filho, de modo que o Filho manifeste a tua glória, segundo o poder que lhe deste sobre toda a Humanidade, a fim de que dê a vida eterna a todos os que lhe entregaste.
Esta é a vida eterna: que te conheçam a ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem Tu enviaste.
Eu manifestei a tua glória na Terra, levando a cabo a obra que me deste a realizar.
E agora Tu, ó Pai, manifesta a minha glória junto de ti, aquela glória que Eu tinha junto de ti, antes de o mundo existir.
Dei-te a conhecer aos homens que, do meio do mundo, me deste. Eles eram teus e Tu mos entregaste e têm guardado a tua palavra.
Agora ficaram a saber que tudo quanto me deste vem de ti, pois as palavras que me transmitiste Eu lhas tenho transmitido. Eles receberam-nas e reconheceram verdadeiramente que Eu vim de ti, e creram que Tu me enviaste.
É por eles que Eu rogo. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me confiaste, porque são teus.
Tudo o que é meu é teu e o que é teu é meu; e neles se manifesta a minha glória.
Doravante já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, e Eu vou para ti.
Pai santo, Tu que a mim te deste, guarda-os em ti, para serem um só, como Nós somos!
Enquanto estava com eles, Eu guardava-os em ti, em ti que a mim te deste.
Guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o homem da perdição, cumprindo-se desse modo a Escritura.
Mas agora vou para ti e, ainda no mundo, digo isto para que eles tenham em si a plenitude da minha alegria.
Entreguei-lhes a tua palavra, e o mundo odiou-os, porque eles não são do mundo, como também Eu não sou do mundo.
Não te peço que os retires do mundo, mas que os livres do Maligno. De facto, eles não são do mundo, como também Eu não sou do mundo.
Faz que eles sejam teus inteiramente, por meio da Verdade; a Verdade é a tua palavra.
Assim como Tu me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo,e por eles totalmente me entrego, para que também eles fiquem a ser teus inteiramente, por meio da Verdade.
Não rogo só por eles, mas também por aqueles que hão-de crer em mim, por meio da sua palavra, para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em mim e Eu em ti; para que assim eles estejam em Nós e o mundo creia que Tu me enviaste.
Eu dei-lhes a glória que Tu me deste, de modo que sejam um, como Nós somos Um.
Eu neles e Tu em mim, para que eles cheguem à perfeição da unidade e assim o mundo reconheça que Tu me enviaste e que os amaste a eles como a mim.
Pai, quero que onde Eu estiver estejam também comigo aqueles que Tu me confiaste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, por me teres amado antes da criação do mundo.
Pai justo, o mundo não te conheceu, mas Eu conheci-te e estes reconheceram que Tu me enviaste. Eu dei-lhes a conhecer quem Tu és e continuarei a dar-te a conhecer, a fim de que o amor que me tiveste esteja neles e Eu esteja neles também.»
 

Jo 17, 1b-26



publicado por Padre às 07:34
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009
A carroça vazia

Estávamos de férias no sul, numa cabana. Certa manhã, o meu pai convidou-me a dar um passeio pelo bosque e aceitei com alegria, porque sair com ele era grandioso para mim. Partilhava comigo muitas coisas da sua vida: a sua experiência, as suas anedotas de quando ele tinha doze anos, tal como eu agora. De repente, ele deteve-se no meio do bosque e disse-me:

- Guarda silêncio e escuta. Que ouves?

 
Pus os meus ouvidos atentos durante uns segundos e respondi:
- O canto dos pássaros!
 
- E não ouves mais nada? – perguntou-me.
 
Pus mais atenção e disse:
-Sim, ouço o barulho de uma carroça pelo caminho.
 
- Isso mesmo – respondeu-me o meu pai – é uma carroça vazia.
 
Então perguntei-lhe:
- Como sabes que é uma carroça vazia se não a vemos?
 
- É muito fácil saber quando uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia está a carroça maior é o barulho que faz – disse o meu pai.
 
Fiz-me adulto; e até ao dia de hoje quando vejo uma pessoa tagarela, a falar muito alto, prepotente, querendo ser o centro, fazendo notar que sabe tudo, recordo-me do que me ensinou o meu pai:
- Quanto mais vazia está a carroça, maior é o barulho que faz.
 
Pensem nisto...

 



publicado por Padre às 23:56
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009
A Paz Universal

A velha serpente desdentada e doente deslizou pelo tronco do grande baobá para se estender no chão.

- Ai! Já não tenho forças; os dentes caíram-me e os meus olhos ficaram nublados - gemeu de si para si. - Vou morrer de fome.

De repente lembrou-se que era a astuta serpente da selva e que nunca tinha cedido ante alguma dificuldade. Arrastando-se penosamente por entre as rochas, chegou a um terreiro onde brincavam um macaco, um esquilo e uma hiena. Logo reparou que o macaco se tinha aleijado numa pata e que coxeava choramingando.

- Que se passa contigo, amigo macaco? - perguntou a serpente.

- Esta hiena é uma mal-educada, brinca com tanta violência que quase me partiu as costas com uma patada.

- Bem-feito! - interveio o esquilo. - Olha a mordedura que me deste ontem!

- Que estão para aí a dizer? - interrogou a serpente. - Patadas? Mordeduras? Mas a que mundo vim eu parar?

E fingindo-se profundamente chocada, chamou os outros animais para lhes propor uma coisa que há muito andava a planear:

- Ouçam, se virem bem as coisas, têm de confessar que todas as nossas desabenças são devidas ao excesso de armas que transportamos. Há garras afiadas e dentes aguçados que não condizem com animais que querem viver tranquilos e em bos harmonia. Eu proponho que façam como eu: nada de dentes nem de garras, e vão ver como vivem em paz.

- Assim é que é falar - disse a lesma.

- E como me arranjo eu para tirar a casca das nozes de coco quendo já não tiver nem unhas nem dentes? - perguntou o macaco.

- Esperas que as nozes amadureçam e se abram sozinhas; assim vão ser muito mais saborosas.

- És realmente muito sábia. Eu aceito a proposta. - concluiu o macaco.

A serpente ria murmurando: «Quando estiverem desarmados, já não tenho mais medo de morrer de fome.»

Todos os animais da selva, um a um, foram a casa do velho chimpanzé, veterano da floresta, para que ele lhes tirasse as garras e os dentes. Durante dias e dias não se ouviam senão lamentos e gritos de dor causados pela operação.

Depressa o terror se apossou de todos os animais ao verem que a desarmada e inocente serpente devorava os pobres bichos indefesos e incapazes de se mexerem.

- Ah, ah! - ria a espertalhona -, caíram na esparrela!

E a velha serpente obtinha assim saborosas refeições sem se cansar nada.

- Vil traidora! - gritou o chimpanzé. - É então esta a paz universal que querias ter na selva?

O símio batia no peito cheio de culpa por ter mutilado cruelmente os seus companheiros. De repente lembrou-se de uma erva que tinha o dom de cicratizar as feridas e fazer crescer as unhas e os dentes. Foi à procura dela e encontrou-a...

Algumas semanas mais tarde, quando todos os bichos já tinham recuperado os seus dentes e garras, a perversa serpente teve uma morte atroz, assassinada à pedrada pelos outros animais. O macaco dançava alegremente em volta do cadáver e cantava:

 

Quem se serve de falcatruas

para mudar a sua sorte,

corre-lhe bem no princípio,

mas depois encontra a morte.

 

Por vezes encontramos pessoas que, como a serpente desta fábula do Quénia, falam muito bem e depois não cumprem a sua palavra. Mas no fim o feitiço vira-se contra o feiticeiro e a verdade acaba por vir ao de cima.

 

In: Fábulas Africanas, Editorial ALÉM-MAR

 



publicado por Padre às 12:00
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