Em Igreja. Na Comunidade.

Sábado, 23 de Janeiro de 2010
3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

ANO C
24 de Janeiro de 2010


Verde – Ofício do domingo (Semana III do Saltério). Te Deum.
 Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical.

L 1 Ne 8, 2-4a. 5-6. 8-10; Sal 18 B, 8. 9. 10. 15
L 2 1 Cor 12, 12-30 ou 1 Cor 12, 12-14. 27
Ev Lc 1, 1-4: 4, 14-21

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* Na Ordem da Visitação de Santa Maria – S. Francisco de Sales SOLENIDADE
* 7º dia do Oitavário de Orações pela Unidade dos Cristãos.
* Nas Congregações e Institutos da Família Paulista – I Vésp. da Conversão de S. Paulo.
* II Vésperas do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.
 

Tema do 3º Domingo do Tempo Comum

A liturgia deste domingo coloca no centro da nossa reflexão a Palavra de Deus: ela é, verdadeiramente, o centro à volta do qual se constrói a experiência cristã. Essa Palavra não é uma doutrina abstracta, para deleite dos intelectuais; mas é, primordialmente, um anúncio libertador que Deus dirige a todos os homens e que incarna em Jesus e nos cristãos.
Na primeira leitura, exemplifica-se como a Palavra deve estar no centro da vida comunitária e como ela, uma vez proclamada, é geradora de alegria e de festa.
No Evangelho, apresenta-se Cristo como a Palavra que se faz pessoa no meio dos homens, a fim de levar a libertação e a esperança às vítimas da opressão, do sofrimento e da miséria. Sugere-se, também, que a comunidade de Jesus é a comunidade que anuncia ao mundo essa Palavra libertadora.
A segunda leitura apresenta a comunidade gerada e alimentada pela Palavra libertadora de Deus: é uma família de irmãos, onde os dons de Deus são repartidos e postos ao serviço do bem comum, numa verdadeira comunhão e solidariedade.

 

BILHETE DE EVANGELHO.
Lucas não pode guardar para si o que os “testemunhas oculares e ministros da Palavra” lhe transmitiram. Então, decide escrever ao seu amigo Teófilo “para que ele tenha conhecimento seguro do que lhe foi ensinado». Depois de Teófilo e da sua comunidade cristã, somos convidados por Lucas e pelos outros três evangelistas a crer na Palavra, esta Palavra que muitos assinaram com o seu sangue. Não é o que, aliás, pede Jesus aos seus compatriotas de Nazaré: acreditar na Palavra? Na sua homilia, Jesus afirma que se realiza hoje a palavra de ontem do profeta Isaías. Ele anuncia a Boa Nova aos pobres e realiza a salvação. Então compreendemos porque é que os habitantes de Nazaré tinham os olhos fixos n’Ele, viam que Ele falava como homem que tem autoridade. Não somente as suas palavras eram “boa nova”, mas Ele próprio era a Boa Nova há tanto esperada. Desde Lucas, desde Teófilo, quantos mensageiros da Boa Nova ninguém conseguiu calar porque, se a mensagem de Cristo é precisamente uma boa nova, é feita para ser anunciada!

 

À ESCUTA DA PALAVRA.
No tempo de Jesus, há umas centenas de anos que os judeus liam o livro do profeta Isaías, do qual Jesus cita uma passagem: “O Espírito do Senhor está sobre mim… Enviou-me a levar a Boa Nova aos pobres…” Mas em cada ano era sempre a mesma coisa: nada mudava! E eis que Jesus anuncia repentinamente que essa palavra se cumpre hoje, n’Ele. Como poderia ser? Não era Ele o filho do carpinteiro? Com Jesus, a Boa Nova anunciada por João Baptista já não é simplesmente uma promessa. É uma força e uma luz que mudam a vida agora. Mas, para nós que lemos esta Palavra há tanto tempo, parece que é sempre a mesma coisa: nada muda! A religião não se tornou o “ópio do povo” para adormecer os pobres? Seria o caso se Jesus não tivesse ressuscitado, sempre vivo, literalmente nosso contemporâneo. Fala-nos sempre no presente para nos dizer que, hoje, o Espírito do Senhor nos é dado para que a nossa maneira de agir mude concretamente, para que ela tome uma cor mais evangélica. É por nós que Jesus age para cumprir a promessa divina. Dá-nos o seu Espírito para que o nosso coração se liberte dos seus egoísmos, para que os outros não se sintam mal no nosso coração, para que levemos aos pobres o apoio da nossa ajuda e da nossa partilha, aos cegos a luz da nossa amizade, para que hoje seja um dia de felicidade para aqueles e aquelas que encontrarmos. É a nossa missão de cristãos: que a Boa Nova tome corpo na nossa vida, para que a Palavra de Deus seja viva hoje!

 

PALAVRA PARA O CAMINHO…
• No final da celebração, “comemos” verdadeiramente as palavras do salmista? Neste domingo da Palavra de Deus, antes de retomar o caminho para as nossas casas, escutemos ainda como o salmista canta Deus que fala ao seu povo: «A lei do Senhor é perfeita, ela reconforta a alma; as ordens do Senhor são firmes, dão sabedoria aos simples. Os preceitos do Senhor são rectos e alegram o coração; os mandamentos do Senhor são claros e iluminam os olhos». A Palavra que recebemos é uma palavra que alegra e que ilumina. É uma canção, uma lâmpada. Que ela nos acompanhe em cada instante ao longo da semana…
• Descobrir o outro… nesta Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Ao longo desta semana, reservar tempo para melhor conhecer o outro, aquele que é diferente de mim na fé: ler um artigo de imprensa, ouvir uma conferência, escutar um programa de rádio, participar num encontro organizado localmente; enfim, procurar fazer o esforço em descobrir a fé e o pensamento de um cristão de outra confissão.

 

In: ECCLESIA

 



publicado por Padre às 15:25
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Domingo, 17 de Janeiro de 2010
2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

ANO C
17 de Janeiro de 2010

 

Verde – Ofício do domingo (Semana II do Saltério). Te Deum.
 Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical.

L 1 Is 62, 1-5; Sal 95, 1-2a. 2b-3. 7-8a. 9-10ac
L 2 1 Cor 12, 4-11
Ev Jo 2, 1-11

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* Na Diocese de Leiria-Fátima – Aniversário da restauração da Diocese (1918).
* II Vésperas do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.

Tema do 2º Domingo do Tempo Comum

A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa). A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.
A primeira leitura define o amor de Deus como um amor inquebrável e eterno, que continuamente renova a relação e transforma a esposa, sejam quais forem as suas falhas passadas. Nesse amor nunca desmentido, reside a alegria de Deus.
O Evangelho apresenta, no contexto de um casamento (cenário da “aliança”), um “sinal” que aponta para o essencial do “programa” de Jesus: apresentar aos homens o Pai que os ama, e que com o seu amor os convoca para a alegria e a felicidade plenas.
A segunda leitura fala dos “carismas” – dons, através dos quais continua a manifestar-se o amor de Deus. Como sinais do amor de Deus, eles destinam-se ao bem de todos; não podem servir para uso exclusivo de alguns, mas têm de ser postos ao serviço de todos com simplicidade. É essencial que na comunidade cristã se manifeste, apesar da diversidade de membros e de carismas, o amor que une o Pai, o Filho e o Espírito Santo.


In: ECCLESIA

 


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publicado por Padre às 23:22
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Domingo, 10 de Janeiro de 2010
BAPTISMO DO SENHOR
ANO C
1º DOMINGO DO TEMPO COMUM
FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR
10 de Janeiro de 2010

 
Branco – Ofício da festa. Te Deum.
 Missa própria, Glória, Credo, pf. próprio.

L 1 Is 42, 1-4. 6-7; Sal 28, 1-2. 3ac-4. 3b e 9b-10
L 2 Act 10, 34-38
Ev Lc 3, 15-16. 21-22
ou:
L1 Is 40, 1-5. 9-11; Sal 103, 1bc e 2b-3a.3bc-4.24-25.27-28.29-30
L 2 Tit 2, 11-14; 3, 4-7
Ev Lc 3, 15-16. 21-22

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* II Vésperas da festa – Compl. dep. II Vésp. dom.
 

 
Tema da Festa do Baptismo do Senhor

 
A liturgia deste domingo tem como cenário de fundo o projecto salvador de Deus. No Baptismo de Jesus nas margens do Jordão, revela-se o Filho amado de Deus, que veio ao mundo enviado pelo Pai, com a missão de salvar e libertar os homens. Cumprindo o projecto do Pai, Jesus fez-Se um de nós, partilhou a nossa fragilidade e humanidade, libertou-nos do egoísmo e do pecado, empenhou-Se em promover-nos para que pudéssemos chegar à vida plena.
A primeira leitura anuncia um misterioso “Servo”, escolhido por Deus e enviado aos homens para instaurar um mundo de justiça e de paz sem fim… Animado pelo Espírito de Deus, Ele concretizará essa missão com humildade e simplicidade, sem recorrer ao poder, à imposição, à prepotência, pois esses esquemas não são os de Deus.
No Evangelho, aparece-nos a concretização da promessa profética veiculada pela primeira leitura: Jesus é o Filho/”Servo” enviado pelo Pai, sobre quem repousa o Espírito, e cuja missão é realizar a libertação dos homens. Obedecendo ao Pai, Ele tornou-se pessoa, identificou-Se com as fragilidades dos homens, caminhou ao lado deles, a fim de os promover e de os levar à reconciliação com Deus, à vida em plenitude.
A segunda leitura reafirma que Jesus é o Filho amado que o Pai enviou ao mundo para concretizar um projecto de salvação; por isso, Ele “passou pelo mundo fazendo o bem” e libertando todos os que eram oprimidos. É este o testemunho que os discípulos devem dar, para que a salvação que Deus oferece chegue a todos os povos da terra.

 


In: ECCLESIA

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publicado por Padre às 15:49
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Sábado, 2 de Janeiro de 2010
SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

ANO C
3 de Janeiro de 2010

 

Branco – Ofício da solenidade. Te Deum.
 Missa própria, Glória, Credo, pf. da Epifania.

L 1 Is 60, 1-6; Sal 71, 2. 7-8. 10-11. 12-13
L 2 Ef 3, 2-3a. 5-6
Ev Mt 2, 1-12

* Na Missa deste dia, depois do Evangelho, anunciam-se as festas móveis, segundo a fórmula indicada no princípio deste Directório, p. 4-5 (cf. Missal Romano, p. 1382).
* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* Proibidas as Missas em oratórios privados.
* Na Diocese do Algarve – Ofertório para a Restauração de Igrejas.
* Nas Irmãs Missionárias do Espírito Santo – Aniversário da Fundação (1921).
* II Vésperas da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.

Tema da Solenidade da Epifania do Senhor

A liturgia deste domingo leva-nos à manifestação de Jesus como “a luz” que atrai a Si todos os povos da terra. Essa “luz” incarnou na nossa história, a fim de iluminar os caminhos dos homens com uma proposta de salvação/libertação.
A primeira leitura anuncia a chegada da luz salvadora de Jahwéh, que alegrará Jerusalém e que atrairá à cidade de Deus povos de todo o mundo.
No Evangelho, vemos a concretização dessa promessa: ao encontro de Jesus vêm os “Magos”, atentos aos sinais da chegada do Messias, que O aceitam como “salvação de Deus” e O adoram. A salvação, rejeitada pelos habitantes de Jerusalém, torna-se agora uma oferta universal.
A segunda leitura apresenta o projecto salvador de Deus como uma realidade que vai atingir toda a humanidade, juntando judeus e pagãos numa mesma comunidade de irmãos – a comunidade de Jesus.


In: ECCLESIA

 



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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ

ANO C
Domingo dentro da Oitava do Natal
27 de Dezembro de 2009

 

Sagrada Família de Jesus, Maria e José – FESTA
Branco – Ofício da festa (Semana I do Saltério). Te Deum.
X Missa própria, Glória, Credo, pf. do Natal.

L 1 Sir 3, 3-7. 14-17a (gr. 2-6. 12-14); Sal 127, 1-2. 3. 4-5
L 2 Col 3, 12-21
Ev Lc 2, 41-52
ou:
L 1 1 Sam 1, 20-22. 24-28; Sal 83, 2-3. 5-6. 9-10
L 2 1 Jo 3, 1-2. 21-24
Ev Lc 2, 41-52

* Proibidas as Missas de defuntos, excepto a exequial.
* No Carmelo da Sagrada Família (Moncorvo) – Sagrada Família de Jesus, Maria e José, Titular do Carmelo – FESTA
* Na Congregação da Divina Providência e Sagrada Família (Braga) – Sagrada Família de Jesus, Maria e José, Titular da Congregação
FESTA
* II Vésperas da festa – Compl
. dep. II Vésp. dom.
 
 
As leituras deste domingo complementam-se ao apresentar as duas coordenadas fundamentais a partir das quais se deve construir a família cristã: o amor a Deus e o amor aos outros, sobretudo a esses que estão mais perto de nós – os pais e demais familiares.
O Evangelho sublinha, sobretudo, a dimensão do amor a Deus: o projecto de Deus tem de ser a prioridade de qualquer cristão, a exigência fundamental, a que todas as outras se devem submeter. A família cristã constrói-se no respeito absoluto pelo projecto que Deus tem para cada pessoa.
A segunda leitura sublinha a dimensão do amor que deve brotar dos gestos de todos os que vivem “em Cristo” e aceitaram ser Homem Novo. Esse amor deve atingir, de forma mais especial, todos os que connosco partilham o espaço familiar e deve traduzir-se em determinadas atitudes de compreensão, de bondade, de respeito, de partilha, de serviço.
A primeira leitura apresenta, de forma muito prática, algumas atitudes que os filhos devem ter para com os pais. É uma forma de concretizar esse amor de que fala a segunda leitura.

In: ECCLESIA

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publicado por Padre às 16:10
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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009
NATAL DO SENHOR

ANO C
25 de Dezembro de 2009

 

 

Branco – Ofício da solenidade. Te Deum.
Missa própria do dia, Glória, Credo, pf. próprio.
Missa da noite
L 1 Is 9, 1-6; Sal 95, 1-2a. 2b-3. 11-12. 13
L 2 Tito 2, 11-14
Ev Lc 2, 1-14
Missa da aurora
L 1 Is 62, 11-12; Sal 96, 1 e 6. 11-12
L 2 Tito 3, 4-7
Ev Lc 2, 15-20
 Missa do dia
L 1 Is 52, 7-10; Sal 97, 1. 2-3ab. 3cd-4. 5-6
L 2 Hebr 1, 1-6
Ev Jo 1, 1-18 ou Jo 1, 1-5. 9-14

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* Proibidas as Missas em oratórios privados.
* Hoje, os sacerdotes podem celebrar ou concelebrar três Missas, contanto que as celebrem nos devidos tempos. Aquele que celebrar apenas uma Missa, deve tomar os textos mais adaptados à hora do dia.
* O sacerdote que celebrar hoje três vezes, pode conservar para si os três estipêndios (CDC cân 951, § 1).
* Na Diocese de Beja – Ofertório para o Fundo Comum do Clero.
* Na Arquidiocese de Évora – Ofertório para a Fraternidade Sacerdotal.
* II Vésperas da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.
* Esta solenidade tem Oitava.

Tema da “missa do dia” do Natal do Senhor

O tema desta Eucaristia pode girar à volta da expressão “a Palavra fez-se carne e habitou entre nós”.
A primeira leitura anuncia a chegada de Deus ao meio do seu Povo. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao Povo de Deus uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria e pelos gritos de vitória.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projecto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/“Palavra” é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o homem novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.


In: ECCLESIA

 



publicado por Padre às 07:36
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Domingo, 20 de Dezembro de 2009
4º DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO

ANO C
20 de Dezembro de 2009

 

Roxo – Ofício próprio (Semana IV do Saltério). Te Deum.
 Missa própria, Credo, pf. II do Advento.

L 1 Miq 5, 1-4a; Sal 79, 2ac e 3b. 15-16. 18-19
L 2 Hebr 10, 5-10
Ev Lc 1, 39-45

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* II Vésperas do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom

Tema do 4º Domingo do Tempo do Advento

Nestes últimos dias antes do Natal, a mensagem fundamental da Palavra de Deus gira à volta da definição da missão de Jesus: propor um projecto de salvação e de libertação que leve os homens à descoberta da verdadeira felicidade.
O Evangelho sugere que esse projecto de Deus tem um rosto: Jesus de Nazaré veio ao encontro dos homens para apresentar aos prisioneiros e aos que jazem na escravidão uma proposta de vida e de liberdade. Ele propõe um mundo novo, onde os marginalizados e oprimidos têm lugar e onde os que sofrem encontram a dignidade e a felicidade. Este é um anúncio de alegria e de salvação, que faz rejubilar todos os que reconhecem em Jesus a proposta libertadora que Deus lhes faz. Essa proposta chega, tantas vezes, através dos limites e da fragilidade dos “instrumentos” humanos de Deus; mas é sempre uma proposta que tem o selo e a força de Deus.
A primeira leitura sugere que este mundo novo que Jesus, o descendente de David, veio propor é um dom do amor de Deus. O nome de Jesus é “a Paz”: Ele veio apresentar uma proposta de um “reino” de paz e de amor, não construído com a força das armas, mas construído e acolhido nos corações dos homens.
A segunda leitura sugere que a missão libertadora de Jesus visa o estabelecimento de uma relação de comunhão e de proximidade entre Deus e os homens. É necessário que os homens acolham esta proposta com disponibilidade e obediência – à imagem de Jesus Cristo – num “sim” total ao projecto de Deus.


In: ECCLESIA


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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
3º DOMINGO DO TEMPO DO ADVENTO

ANO C
13 de Dezembro de 2009

 

Roxo ou rosa – Ofício próprio (Semana III do Saltério).
Te Deum.
 Missa própria, Credo, pf. I do Advento.

L 1 Sof 3, 14-18a; Is 12, 2-3. 4bcd. 5-6
L 2 Filip 4, 4-7
Ev Lc 3, 10-18

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* Pode usar-se, neste domingo, a cor de rosa (IGMR 346 f: EDREL 591 f).
* Na Diocese de Lamego – Ofertório para a Obra da Catequese.
* II Vésperas do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.

As leituras atribuídas a esta semana só se utilizam até 16 de Dezembro inclusive.

Tema do 3º Domingo do Tempo do Advento

O tema deste 3º Domingo pode girar à volta da pergunta: “e nós, que devemos fazer?” Preparar o “caminho” por onde o Senhor vem significa questionar os nossos limites, o nosso egoísmo e comodismo e operar uma verdadeira transformação da nossa vida no sentido de Deus.
O Evangelho sugere três aspectos onde essa transformação é necessária: é preciso sair do nosso egoísmo e aprender a partilhar; é preciso quebrar os esquemas de exploração e de imoralidade e proceder com justiça; é preciso renunciar à violência e à prepotência e respeitar absolutamente a dignidade dos nossos irmãos. O Evangelho avisa-nos, ainda, que o cristão é “baptizado no Espírito”, recebe de Deus vida nova e tem de viver de acordo com essa dinâmica.
A primeira leitura sugere que, no início, no meio e no fim desse “caminho de conversão”, espera-nos o Deus que nos ama. O seu amor não só perdoa as nossas faltas, mas provoca a conversão, transforma-nos e renova-nos. Daí o convite à alegria: Deus está no meio de nós, ama-nos e, apesar de tudo, insiste em fazer caminho connosco.
A segunda leitura insiste nas atitudes correctas que devem marcar a vida de todos os que querem acolher o Senhor: alegria, bondade, oração.


 

In: ECCLESIA



publicado por Padre às 12:33
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