Em Igreja. Na Comunidade.

Sábado, 14 de Março de 2009
A medida do Padre
"Há pessoas que pensam que os padres se ordenaram para serem párocos.
O nosso pároco. É nosso. É meu.
Mas eles ordenaram-se para serem padres.
E o padre não é apenas aquele que tem uma paróquia.
É aquele que vive à maneira de Jesus prolongando os Seus braços de forma ministerial.
Faz-se instrumento de Deus na Celebração, na Palavra, na Vida.
Gosto muito da vida paroquial. Não sei se aguentaria não ser pároco.
Mas não consigo entender como as pessoas podem ser egoístas ao ponto de demonstrarem que o seu pároco não pode fazer mais coisas que estar na paróquia.
Já uma vez disse que não há pior que o “egoísmo de deus”, querermos Deus só para nós e como nós O queremos.
Também não há maior egoísmo paroquial que querer a paróquia e o pároco à sua medida, no seu tempo e na sua forma.
Como se as coisas de Deus fossem finitas ou tivessem medida."
 

In: Confessionário dum Padre

 



publicado por Padre às 17:19
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
O FERREIRO

Havia um ferreiro que, após uma vida de excessos, resolveu consagrar a sua vida a Deus.

Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda a sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida.
Muito pelo contrário.
Os seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitava, e que se compadecia da sua situação difícil, comentou:
- É realmente estranho que, justamente depois de você resolver tornar-se um homem temente a Deus, a sua vida começou a piorar.
Eu não desejo enfraquecer a sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já tinha pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, encontrou uma explicação.
Eis que o ferreiro disse:
- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito?
- Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor absurdo, até que fique vermelha.
- Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego no martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada.
- Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira enche-se com o barulho do vapor.
- Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita;
- Uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, pensou e continuou.
- Às vezes, o aço que chega até às minhas mãos não consegue aguentar esse tratamento.
O calor, as marteladas e a água fria acabam por enchê-lo de rachaduras.
E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.
Então, eu simplesmente coloco-o num monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha oficina.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Eu sei que Deus vai-me colocando no fogo das aflições.
Tenho aceitado as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.
Mas a única coisa que peço é:
 Meu Deus, não desista, até que consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim.
Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.
 
Deus quer fazer de você uma pessoa melhor...
Não se preocupe com as marteladas da vida, ou as provas de fogo a que é submetido.
 Ele está a trabalhar o seu caráter.
Ainda bem, que Ele nunca vai desistir de nós !
 


publicado por Padre às 00:21
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009
O gigantesco segredo do cristão

Teria razão Kierkegaard quando defendia que o cristianismo olha para a história tomando o ponto de vista da alegria? Aparentemente não. O poeta Baudelaire lembra que, nos relatos dos Evangelhos, nem por um momento, Jesus sorri (expressando, no entanto, outro tipo de paixões), recuperando uma citação de São João Crisóstomo: «Ele chorou algumas vezes, mas nunca se riu». Este aforisma ganhará em Nietzsche contornos de suspeição generalizada sobre o cristianismo moderno: o cristianismo surgiria mais credível se os cristãos parecessem satisfeitos. Encontra-se, de facto, a ideia culturalmente difusa de uma ausência de alegria nos textos sagrados, na teologia e no viver cristãos, que vincariam sobretudo o peso da exigência moral e o fantasma das culpabilidades. Sem dúvida, tal deriva de uma leitura insuficiente da proposta cristã, que é, desde o princípio, o anúncio de «uma grande alegria» (Lc 2,10). O escritor G.K. Chesterton, conhecido também pelo seu bom-humor, desmente os que dizem que o paganismo é uma religião de alegria e o Cristianismo uma religião de tristeza: «O comum dos homens viu-se forçado a ser alegre no que dizia respeito às pequenas coisas, mas triste no que se refere às grandes. No entanto não é próprio da condição humana ser assim. O homem é mais ele próprio, o homem é mais semelhante ao homem, quando a alegria é a coisa principal que se encontra nele, e a tristeza é uma coisa acidental. A melancolia devia ser um inocente entreacto, uma terna e fugitiva moldura do espírito, ao passo que a alegria deve ser a constante pulsação da sua alma… A alegria é o gigantesco segredo do cristão».

A alegria não é um produto de consumo rápido, nem é uma questão cuja procura se possa substituir ou calar no coração Humano, deixando-a apenas à estratégia comercial das indústrias do entretenimento. «Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo e disse: “Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos peque-ninos”» (Lc 10,21). Um dos dramas da hora presente é ser tão estreito o cânone da felicidade.

 

Tolentino Mendonça

In: Agência Ecclesia



publicado por Padre às 00:13
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Viagem única

 

Tem razão quem diz que os homens são o contrário das montanhas. Ao longe parecem grandes. Próximos, nota-se a sua pequenês. Ao contrário das montanhas. O nosso próximo é mesmo um problema. Próximo, no lugar e no tempo. De tal modo que muitas análises sociais, políticas, culturais e religiosas consideram sempre melhor o que está longe no tempo e no espaço. Assim se descrevem as maravilhas do passado. Nas famílias, nas escolas, nas canções, na Igreja, na vida política e nessa espécie de praga democrática que é a intervenção telefónica em fóruns de rádio e televisão. Se não se fala do passado evoca-se o distante: para lá muito a Norte ou muito a Sul. Mas distante, inacessível, burilado pela imaginação ou pelo indemons-trável. Para facilitar, diz-se “lá fora, no estrangeiro”. Enfim, tudo o que não é aqui ou agora.

Esse é o problema: fugir ao que está ao nosso alcance e ocupa o nosso quotidiano, as nossas conversas, as anedotas que contamos, as preocupações que revelamos, aquilo para que a língua está sempre afiada, distanciando-nos da responsabilidade, do compromisso, do interesse mínimo em oferecer o nosso contributo para a resolução. Divertindo-nos com o enigmas para nos esquivarmos ao compromisso e acção concreta.

Esta é uma questão essencial no lugar e no momento que atravessamos. O lugar é muito mais que o pequeno rectângulo a que temos relutância, em certos momentos, de chamar pátria, húmus donde provimos e donde queremos um dia partir. Dizemos que é “este país”para que nos não atinja nem comprometa, nem sequer envolva. Vamos resolvendo o nosso imediato e gerindo o resto de sorte que nos toca, de não estarmos sem abrigo e termos sobre a mesa, ainda que não muito abundante ou mesmo um pouco embolorado, o pão de cada dia.

A decisão é exactamente esta: a nível individual e colectivo assumirmos que este é o nosso tempo e o nosso lugar, onde estamos “inscritos” na história e onde o nosso remo não pode ser entregue a mais ninguém. Esta é a nossa onda, o nosso mar e a nossa única viagem antes do eterno. Quem somos nós para nos colocarmos numa varanda imaginária a ver passar um cortejo a que queremos ser alheios? O nosso lugar, a nossa vocação cristã é aqui e agora.


António Rego

In: Agência Ecclesia



publicado por Padre às 00:11
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
Estou?

Porque a Internet ainda tem muitas coisas boas, partilho aqui um texto que vale a pena ler num dos Sítios que mais me agrada visitar: Confessionário dum Padre

 

Estou?

Estou? Atende-se o telefone quase sempre com esta pergunta. Estou? Como se fosse uma pergunta para nós. E esperamos que a outra pessoa não responda à pergunta. Queremos que diga o que pretende. Ela diz também Estou? E ali ficamos a perguntar uns aos outros se estamos. E se acaso não ouvimos ninguém, repetimos Estou, sim? até ouvirmos do outro lado a mesma repetição Estou? Nunca havia pensado desta forma, mas olhando agora para a pergunta, não será que o fazemos para tentar perceber onde estamos! Com quem estamos! Se estamos presentes ou ausentes? Se somos nós que falamos ou se é alguém que fala do outro lado da linha por nós! Se estamos vivos e a viver ali!
Há dias aconteceu assim na igreja. Não foi por mal. A pessoa não tem essa maldade dentro de si. Dartacão dartacão. O telemóvel tocou a primeira vez durante a homilia, e saiu disparado porta fora. Como saiu dos primeiros bancos, quase todos os olhos dentro da igreja o seguiram, inclusive os meus. Da porta entreaberta três vezes se ouviu Estou? Mas depois voltou. Com certeza não estava. Perto do final da missa, a mesma melodia se ouviu. Dartacão dartacão. O senhor é pessoa para não saber desligar o telemóvel. Alguns colegas acham oportuno colocar um desenho de um telemóvel com uma cruz por cima, à porta da Igreja. Eu costumo pensar que o comum das pessoas sabe que há ocasiões em que o telemóvel deve estar desligado ou em silêncio. Mas aquele senhor é do grupo de pessoas que não faz por mal. Usa o telemóvel porque toda a gente usa. Porque é preciso usar. E isso não significa que toda a gente saiba usar. Vai daí, e porque já estava cansado de sair da Igreja, atendeu logo ali. Estou? Se até àquela ocasião, os olhos só procuravam o senhor, agora os olhos dentro da igreja riam e murmuravam. Eu ri e abanei a cabeça. Mais em sinal de estupefacção do que desaprovação. Estava sentado, ainda na acção de graças. Por isso, tive oportunidade de pensar na pergunta que o homem do telemóvel fizera. Será que quando estamos na Igreja, estamos mesmo?

 



publicado por Padre às 23:50
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
COISAS FORA DE MODA

Se não estivesse tão fora de moda, eu iria falar de "Amor”.

Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem...
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las, no sentimento nobre de amar...
 
Se não estivesse tão fora de moda, eu iria falar em "Sinceridade"...
Sabes, aquela extravagância antiga de fidelidade, respeito mútuo e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor…
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida, que é ter numa só pessoa, a soma de tudo que, às vezes, procuramos em muitas...
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos pertencer-nos, mas que cada um tem o direito de possuir...
 
Se não estivesse tão fora de moda, eu iria falar em "Amizade”.
Na amizade sincera que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...
O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro, e vice-versa. A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender, para depois gostar...
 
Se não estivesse tão fora de moda, eu iria falar em "Família”. 
Sim... “Família”...
Essa instituição que, ultimamente, vive à beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões: pai, mãe, irmãos, filhos, casamento, lar...
Família…, aquele bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sanguíneos e protegida pelas bênçãos divinas…
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias, realização da mais sublime missão humana de continuar a obra do Criador...
 
E depois eu iria, até quem sabe, falar sobre algo como...  a “Esperança"…
A vontade de viver e lutar, a redescoberta das imensas zonas luminosas que existem nas pessoas e nas coisas que nos rodeiam.
Mas é uma pena que a esperança, como tudo o mais, há muito tempo, já esteja tão fora de moda que tenha dado o seu lugar à visão, apenas, das coisas negras…
 
Ainda assim, desejo que a tua vida seja repleta dessas questões tão fora de moda e que, sem dúvida, fazem a diferença!!!
 
 
(Elaboração de: António Elísio Portela)
 


publicado por Padre às 23:16
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Artigo publicado pela editora Aleluia

Data: Quarta, 24 de Setembro de 2008, 6:22 - Um Milagre Recente no Egito

Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8 anos de idade. As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu. Quando foram enterra-la, encontraram as duas crianças sob a areia - E VIVAS! O país ficou em choque e o homem será executado. Perguntaram à menina de 8 anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: 'Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã'. Ela foi entrevistada no Egito numa Tv nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na Tv pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!' Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo! Mas também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro. Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda! Como o Egito está bem no centro da mídia e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente. Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas pro ar! Por favor espalhe esta história por todos os lugares.

'O Senhor diz, 'Abençoarei a pessoa que colocar Sua confiança em Mim''
(Jeremias 17).

 



publicado por Padre às 23:07
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DÁ PARA REFLECTIR....

Perguntou:

'Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom? Quando é que eu posso vê-lo?'
O cirurgião respondeu:
'Tenho pena. Fizemos tudo mas o seu filho não resistiu.'
Sally perguntou:
'Porque razão é que as crianças pequenas têm cancro? Será que Deus não se preocupa? Aonde estavas Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?'
O cirurgião perguntou:
'Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.'
Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
'Quer um caracol dele?' Perguntou a enfermeira.
Sally abanou a cabeça afirmativamente. A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.
'Foi ideia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa', disse Sally.
No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:
'Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.'
Ela continuou:
'O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre a pensar nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.'
Depois de aí ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do 'Hospital Children’s Mercy' pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela.
A viagem para casa foi muito difícil. Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia. Levou o saco com as coisas do Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho.
Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exactamente nos locais onde ele sempre os teve. Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.
A carta dizia:
'Querida Mãe, Sei que vais ter muitas saudades minhas; mas não penses que me vou esquecer de ti, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer 'Amo-te'. Eu vou sempre amar-te cada vez mais, Mãe, por cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiseres adoptar um menino para não ficares tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferires uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, rapazes, gostamos.
Vais ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam, tu sabes.
Não fiques triste a pensar em mim. Este lugar é mesmo fantástico. Os avós vieram ter comigo assim que eu cheguei para mo mostrar, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo. Os anjos são mesmo fixes. Adoro vê-los a voar.
E sabes uma coisa? O Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando o vi o tenha conhecido logo. Ele levou-me a visitar Deus! E sabes uma coisa? Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever-te esta carta, para te dizer adeus e tudo mais. Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabes uma coisa Mãe? Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder escrever-te esta carta. Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que tu Lhe fizeste, 'Aonde estava Ele quando eu mais precisava?' Deus disse que estava no mesmo sítio, tal e qual, quando o filho dele, Jesus, foi crucificado.
Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele.
Mãe, só tu é que consegues ver o que eu escrevi, mais ninguém. As outras pessoas vêm este papel em branco. É mesmo fixe não é? Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus. Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase a esquecer-me: já não tenho dores, o cancro já se foi embora. Ainda bem porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim. Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar. O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que dizes a isto?'
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.
 
(vamos ver se Satanás consegue parar esta carta.)


publicado por Padre às 22:41
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