Em Igreja. Na Comunidade.
Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009
NATAL DO SENHOR

ANO C
25 de Dezembro de 2009

 

 

Branco – Ofício da solenidade. Te Deum.
Missa própria do dia, Glória, Credo, pf. próprio.
Missa da noite
L 1 Is 9, 1-6; Sal 95, 1-2a. 2b-3. 11-12. 13
L 2 Tito 2, 11-14
Ev Lc 2, 1-14
Missa da aurora
L 1 Is 62, 11-12; Sal 96, 1 e 6. 11-12
L 2 Tito 3, 4-7
Ev Lc 2, 15-20
 Missa do dia
L 1 Is 52, 7-10; Sal 97, 1. 2-3ab. 3cd-4. 5-6
L 2 Hebr 1, 1-6
Ev Jo 1, 1-18 ou Jo 1, 1-5. 9-14

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.
* Proibidas as Missas em oratórios privados.
* Hoje, os sacerdotes podem celebrar ou concelebrar três Missas, contanto que as celebrem nos devidos tempos. Aquele que celebrar apenas uma Missa, deve tomar os textos mais adaptados à hora do dia.
* O sacerdote que celebrar hoje três vezes, pode conservar para si os três estipêndios (CDC cân 951, § 1).
* Na Diocese de Beja – Ofertório para o Fundo Comum do Clero.
* Na Arquidiocese de Évora – Ofertório para a Fraternidade Sacerdotal.
* II Vésperas da solenidade – Compl. dep. II Vésp. dom.
* Esta solenidade tem Oitava.

Tema da “missa do dia” do Natal do Senhor

O tema desta Eucaristia pode girar à volta da expressão “a Palavra fez-se carne e habitou entre nós”.
A primeira leitura anuncia a chegada de Deus ao meio do seu Povo. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao Povo de Deus uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria e pelos gritos de vitória.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projecto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a “Palavra” de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a “Palavra” viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/“Palavra” é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o homem novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.


In: ECCLESIA

 



publicado por Padre às 07:36
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